2018

A Prudential do Brasil agradece a participação de todos os inscritos na quarta edição do Prêmio Prudential Espírito Comunitário. 

Independentemente de você ser ou não um dos finalistas, seu gesto de solidariedade foi capaz de transformar a realidade de quem precisa. E é isso o que mais importa.

Por isso, continue investindo no trabalho voluntário e contribuindo para uma nação mais justa e com menos desigualdades sociais. Se não foi desta vez, quem sabe você poderá ser selecionado na próxima edição?

Conheça os 30 finalistas que, com suas ações voluntárias, transformaram positivamente a realidade de centenas de pessoas na região metropolitana do Rio de Janeiro.


Conheça os três vencedores da edição de 2018.

MEDALHA DE OURo

Vinícius Ferraço Nassif Lisbôa Cavalcanti – Escola Nova Gávea

Para Vinícius, 18 anos, o conhecimento não deve ser guardado, mas compartilhado. Com  essa ideia na cabeça e a vontade de transformar vidas, ele criou o “Grandes A(l)titudes”, que busca melhorar a qualidade do ensino em escolas públicas. Tudo começou quando o estudante passou a dar aulas de português e matemática em um colégio municipal. Ao chamar mais pessoas para seguirem seu exemplo, ele viu o número de voluntários crescer e organizou um método para que as aulas conseguissem abranger mais pessoas. O projeto cresceu e se voltou para alunos que apresentam dificuldades para aprender por conta de problemas como déficit de atenção e autismo.   

 

MEDALHA DE PRATA

Kézia Yasmin Bandeira dos Santos, Colégio Estadual Professor Murilo Braga

Perder uma amiga de apenas 15 anos para a diabetes deixou Kézia, 18 anos, assustada. A tragédia despertou na estudante a vontade de alertar outros jovens sobre a necessidade de cultivar hábitos saudáveis. Nasceu, então, o projeto “Viva Bem”, que logo foi abraçado por diretores, professores e alunos da escola de Kézia. A iniciativa promove palestras para discutir temas relacionados à saúde, e mostra como maus hábitos podem ser a porta de entrada para algumas doenças. O projeto fez tanto sucesso que foi aplicado em outras escolas e, até o momento, atingiu mais de 2.000 jovens.

“Nossa, eu aprendi muita coisa! Precisei me capacitar muito para poder passar as informações corretas para outros jovens. Aprendi a olhar para as pessoas com a intenção de ajudar de qualquer forma. Em vários momentos me senti realizada“.


MEDALHA DE BRONZE

Ian Vaz Araújo, Colégio Santo Inácio

Durante uma viagem a Minas Gerais, Ian, 17 anos, descobriu que muitas instituições filantrópicas da região estavam enfrentando problemas financeiros. Comovido com a situação, o jovem e mais cinco amigos criaram o “4Fs”, projeto que capta recursos para projetos sociais. Para isso, conecta pessoas que querem fazer doações a instituições que precisam de recursos para se manter. O estudante usou as redes sociais para divulgar a iniciativa, além de promover eventos e atividades para arrecadar dinheiro. No total, Ian juntou R$ 15 mil, que foram distribuídos entre várias instituições filantrópicas.

“Minha maior lição é que podemos ser protagonistas na nossa sociedade. Somos capazes de ser agentes transformadores da realidade. O momento mais incrível foi quando fomos às instituições entregar o dinheiro arrecadado”.


FINALISTAS

Conheça todos os finalistas que fizeram história na 4º edição do Prêmio Prudential Espírito Comunitário 2018.


  Amanda Ruffier Assis Mota– Escola SESI
  Bruna Kac Diamand – Bruna Kac Diamand
  Diogo Carvalho de Freitas – Colégio Estadual Infante Dom Henrique
  Elisa Alves Paulo – Colégio Estadual Minas Gerais
  Ellye Pedroza Ribeiro Moreira– CIEP 392 Mario de Andrade
  Gisele Basílio Silva Santos – Colégio Estadual Ignácio Azevedo do Amaral
  Higor Vieira Amorim Sant`anna da Cruz – Liceu Nilo Peçanha
  João Vitor C. S. da Silva– Colégio Estadual Bangu
  Joaquim Carvalho Pedra – Colégio Santo Inácio
  Jonatan Peixoto de Castro– Colégio Estadual Olga Benário Prestes
  Jorge Matheus Rosendo Costa – Colégio Estadual Chico Anysio
  Karina Silva dos Santos– Escola Estadual Professor Amazor Vieira Borges
  Larissa da Silva Lemos– Colégio Estadual Central do Brasil
  Leonardo Mendes Frazão Filho– Colégio de São Bento
  Lucas Monjellos Peryles Lindner– Escola Alemã Corcovado
  Luísa Leão da Costa– Colégio Franco Brasileiro
  Luísa Rocha Silva – Colégio Militar do Rio de Janeiro
  Manuela Bissoli Gomes – Colégio Cruzeiro
  Marcela Itkis Schechter Barros Cobra – Colégio Santo Inácio
  Maria Eduarda Ferreira dos Santos – Colégio Estadual São Cristóvão
  Maria Eduarda Palermo de Souza Carvalho Caria – Liceu Franco-Brasileiro
  Pollyanna Carvalhaes Ribeiro – Colégio Qi
  Rodrigo Pereira de Araújo Vieira– CIEP 117 Carlos Drummond de Andrade
  Samantha Joshua Nascimento de Souza – Escola Técnica Estadual Adolpho Bloch
  Thalita Feitosa do Nascimento Matias– Colégio Estadual Nilo Peçanha
  Victor Andre R B Pereira – FAETEC
  Vitória do Espirito Santo Teixeira – Colégio Estadual Coronel Sérgio José do Amaral
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Amanda Ruffier Assis Motta

Ao ser convidada para ser monitora de matemática do curso noturno de sua escola, Amanda, 18 anos, percebeu que a proposta seria uma oportunidade para ajudar a melhorar a educação das pessoas menos favorecidas de sua comunidade, já que a turma era voltada para a formação de jovens e adultos que não conseguiram concluir o ensino médio até os 18 anos. O maior desafio da estudante é garantir que todos consigam progredir de maneira similar, pois há uma defasagem expressiva entre o nível de conhecimento de cada um. Amanda quer que cada um deles tenha boas oportunidades para alcançar o que deseja.

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Bruna Kac Diamand

Ao perceber que crianças com dificuldade de aprendizado precisam de estímulos diferenciados, Bruna decidiu criar o “Com[Tato]”, projeto que dá suporte à educação àqueles que têm algum grau de autismo ou são portadores da Síndrome de Down. Por meio de uma impressora 3D, a estudante de 17 anos cria objetos que facilitam o aprendizado. Para desenvolver sua ideia, ela assistiu a palestras, leu matérias sobre o tema, além de ter entrevistado psicólogos, educadores e designers. O método será testado em seu colégio e, posteriormente, aplicado em escolas da rede pública.

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Diogo Carvalho de Freitas

Ao ver uma criança ser maltratada após pedir um prato de comida em uma lanchonete, Diogo ficou indignado. Depois desse episódio, não demorou para que o estudante de 19 anos aderisse à ação social promovida por sua igreja, que distribui alimentos a moradores de rua. Um tempo depois, o jovem abriu a própria ONG, que conta com oito voluntários para entregar quentinhas a quem precisa, todas as segundas-feiras, em Copacabana. Além disso, todas as sextas-feiras, ele abre as portas de sua casa para alfabetizar adultos e adolescentes. Diogo deseja dar a eles a possibilidade de um futuro melhor.

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Elisa Alves Paulo

Convidada por seu professor de dança para participar de um trabalho voluntário, Elisa, 17 anos, topou o desafio sem imaginar que os seus gestos poderiam mudar a rotina de muitas crianças. A estudante participou de um mutirão que ajudou a montar uma brinquedoteca dentro do Espaço de Convivência Clara de Assis, localizado no Jardim Ana Clara, na Baixada Fluminense. Após lixar e pintar paredes, além de ajudar a limpar o local, Elisa ficou feliz ao ver o sorrido das crianças que passaram a brincar no espaço, que funciona diariamente e conta com aulas de dança uma vez por semana.

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Ellye Pedroza RIibeiro Moreira

A baixa autoestima das mulheres negras sempre incomodou Ellye, 17 anos. Para mudar essa realidade, a estudante entendeu que era preciso debater o assunto, e criou um projeto que consiste em rodas de conversa voltadas para jovens negras de 14 a 19 anos. Além de bater muito papo sobre a importância da beleza afro, as adolescentes participam de oficinas para aprender a cuidar melhor do corpo. Ao valorizar as suas raízes, essas jovens se sentem mais bonitas e empoderadas.

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Gisele Basílio Silva Santos

Aos seis anos, Gisele começou a praticar capoeira. Anos depois, a estudante, agora com 18 anos, passou a ensinar o esporte para crianças da comunidade da Rocinha. Ao notar que muitos de seus alunos passam por necessidades, ela aderiu ao projeto “Heróis da Capoeira”. A iniciativa consiste em pedir que os alunos levem 1 kg de alimento não perecível uma vez ao mês e indiquem um amigo ou parente que esteja precisando de ajuda. Então, Gisele e outros voluntários montam cestas básicas. No dia da entrega dos alimentos, todos os alunos se vestem de super-heróis e participam de uma roda de capoeira.

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Higor Vieira Amorim Sant`Anna da Cruz

Aos seis anos, Higor começou a praticar artes marciais. Aos 12, ele e a família decidiram aderir ao projeto Vencedores em Cristo, que atende moradores de várias comunidades, como a do Salgueiro e a do Jardim Acari. No projeto, Higor, que hoje tem 17 anos, e o pai dão aulas de jiu-jitsu a crianças e jovens, e veem o esporte como uma forma de transformação social. Além de atividades esportivas, a iniciativa doa cestas básicas e oferece serviços como cortes de cabelo, apoio social e psicológico. Até o momento, cerca de 1.000 pessoas foram beneficiadas pela ação.

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João Vitor C. S. da Silva

É por meio do esporte que João, 17 anos, faz a diferença na vida de cadeirantes em situação de vulnerabilidade social. O estudante faz parte de um projeto social que ensina basquete a adultos de 20 a 40 anos. Além de promover inclusão social, a ação garante momentos de lazer. Porém, João enfrenta dificuldades para levar a sua ideia adiante, pois depende de doações para transportar os alunos para os treinos. Apesar das adversidades, o jovem sonha em conseguir patrocínio para montar um time. A ideia é disputar competições remuneradas para dar visibilidade ao projeto e gerar renda aos alunos.

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Joaquim Carvalho Pedra

Católico, Joaquim toca em ministérios de música de sua igreja e diz que Deus o fez perceber que fazer o bem ao próximo é uma forma de amor. Adepto ao voluntariado, ele foi escolhido para participar de um projeto social de seu colégio, na Amazônia, e vibrou. A ideia era dar aulas sobre o meio ambiente, abordando temas como a importância da preservação da água, para crianças e jovens de comunidades ribeirinhas. O estudante de 17 anos elaborou, então, aulas para conscientizar aquela população sobre a relevância de sua região para o planeta e aprendeu importantes lições sobre humildade.

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Jonatan Peixoto de Castro

Todos os anos, Jonatan, 18 anos, espera ansioso pelas férias escolares. Quem pensa que ele fica feliz por ter tempo livre e ficar longe da escola se engana. Na verdade, nos meses de janeiro e julho, o estudante comemora a chegada de mais uma ação voluntária na favela da Maré, na zona norte do Rio, onde ele mora. Nesses períodos, ele ajuda a organizar palestras sobre temas variados, como alimentação e tabagismo, para os moradores da região. Além disso, auxilia na organização de colônias de férias para as crianças e de mutirões, que oferecem serviços como corte de cabelo, manicure e pedicure.

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Jorge Matheus Rosendo Costa

Consciente da necessidade de combater o racismo, Jorge Matheus, 18 anos, entrou como voluntário na Escola Carioca de Danças Negras, que visa formar profissionais voltados para o ensino das danças de origem africana. Na escola, o jovem participa de diversas atividades que vão desde processos administrativos até ações de infraestrutura, como pintura, organização, manutenção e limpeza do espaço. O estudante se dedica ao máximo ao projeto, pois entende que a iniciativa influencia crianças, jovens e adultos, fazendo com que eles exerçam sua cidadania por meio da arte, valorizando a cultura negra.

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Karina Silva dos Santos

Inconformada com os constantes casos de agressões a mulheres, Karina, 17 anos, decidiu participar como monitora do projeto “Reage Maria”, criado pelo pai dela, que é mestre em artes marciais. A iniciativa consiste em ensinar jiu-jitsu para mulheres com o intuito de ajudá-las a se defender de seus agressores. As aulas, que acontecem no terraço da casa de Karina, já beneficiaram cerca de 90 alunas a partir de 15 anos. Apesar de enfrentar dificuldades, como a falta de equipamentos necessários, o projeto também ajuda a resgatar a autoestima dessas mulheres e a incluí-las socialmente.

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Larissa da Silva Lemos

Incomodada com a triste situação dos moradores de rua, Larissa decidiu pensar em uma maneira de dar visibilidade a essa parcela esquecida da população. Foi aí, então, que a estudante de 17 anos resolveu ir às ruas, sempre acompanhada de um fotógrafo, para registrar uma realidade que muita gente prefere não ver. A iniciativa consiste em ouvir as histórias de vida desses moradores e pedir para que eles se deixem fotografar. Em contrapartida, eles recebem refeições, roupas e produtos de higiene pessoal que a própria estudante arrecada.

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Leonardo Mendes Frazão Filho

Apesar de não ter uma vida abastada, Leonardo, 17 anos, tem consciência de que é um privilegiado em uma sociedade tão desigual. O estudante começou a participar de vários projetos voluntários por incentivo do pai, que considera sua maior inspiração. Na escola, o jovem participa da Gincana Solidária, que arrecada alimentos para doação. Além disso, Leonardo também ajuda a angariar itens pedidos por instituições de caridade, como asilos e abrigos. Por sua dedicação às causas sociais, o estudante atua como vice-coordenador da Secretaria Sociocultural de sua escola.

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Lucas Monjellos Peryles Lindner

A desigualdade social no país motivou Lucas, 16 anos, a participar de um projeto voluntário. A oportunidade veio quando sua escola apresentou a ONG Saúde Criança, que se dedica a assistir crianças carentes que estão hospitalizadas e os familiares delas. No projeto, o estudante ajudou a arrecadar doações, a organizar palestras e a elaborar atividades de recreação. Além disso, ele chegou a participar da área financeira. Até o momento, cerca de 60 famílias foram beneficiadas pela iniciativa, que também promove cursos profissionalizantes voltados para os pais das crianças que estão desempregados.

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Luísa Leão da Costa

Aos 17 anos, Luísa já tem um currículo invejável. Apaixonada por astronomia, a estudante viu seu projeto sobre o planeta Marte ser reconhecido pela Nasa e, por isso, ganhou uma bolsa de estudos na National Flight Academy, na Flórida (EUA). Ao ser reconhecida, Luísa decidiu incentivar outras crianças a sonhar alto. Então, montou uma apresentação para contar sua história a estudantes e motivá-los a responder questões sobre matemática, ciências e astronomia. Agora, ela quer desenvolver oficinas em escolas públicas para ensinar a montar lunetas e a realizar outras atividades com temática espacial.

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Luísa Rocha Silva

O sonho de Luísa é ser pediatra. Enquanto a formação em Medicina não chega, a estudante de 16 anos, que sempre quis fazer trabalho voluntário, encontrou em uma ONG perto de sua casa a oportunidade de ajudar crianças carentes dos morros dos Macacos e de São João, na zona norte do Rio. Ela dá aula de inglês para os pequenos e não mediu esforços para preparar materiais didáticos especialmente desenvolvidos para eles, que nunca haviam tido contato com uma língua estrangeira. Até o momento, 25 crianças foram beneficiadas pelo projeto de Luísa, que pretende seguir dividindo seus conhecimentos.

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Manuela Bissoli Gomes

Desde pequena Manuela, 16 anos, sentia que precisava ajudar pessoas. Ao entrar no Ensino Médio, a jovem decidiu procurar uma ONG e encontrou no projeto “Curta a Praça” a oportunidade que precisava para praticar o bem. A iniciativa busca revitalizar a Praça da Cruz Vermelha, no centro do Rio de Janeiro, e levar dignidade às pessoas em situação de rua que moram no local. Como voluntária, Manuela ajudou a organizar eventos e a arrecadar doações. Além de receber roupas e alimentos, os moradores de rua contam com a ajuda eventual de profissionais que apoiam a causa, como médicos e cabeleireiros.

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Marcela Itkis Schechter Barros Cobra

Todas as quintas-feiras, Marcela contava histórias para crianças de uma instituição de ensino do morro Dona Marta. Porém, a rotina escolar atribulada impediu que ela continuasse no projeto. Então, a estudante de 16 anos criou o “Lanche Literário”, projeto que conta com a ajuda de alunos do seu colégio para vender lanches e arrecadar dinheiro para comprar alimentos para a instituição. Além disso, Marcela lançou uma promoção que trocava brigadeiros por livros e gibis. Com o material arrecadado, a jovem também ajudou a criar uma gibiteca para as crianças que frequentam o colégio da comunidade.

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Maria Eduarda Ferreira dos Santos

O comportamento ofensivo de alguns colegas de escola motivou Maria Eduarda, 16 anos, a criar um projeto para combater o machismo dentro de sua instituição de ensino. Com a ajuda de um grupo de amigas, a jovem elegeu temas polêmicos, como x e y, e pensou na melhor maneira de abordá-los em palestras para levantar discussões entre os colegas.

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Maria Eduarda Palermo de Souza Carvalho Caria

Maria Eduarda, 16 anos, costuma participar de projetos voluntários promovidos pela equipe de robótica de sua escola, do qual ela faz parte. Quando uma das técnicas do grupo teve a ideia de trazer o projeto “Banho de Cidadania” para dentro do colégio, Maria Eduarda se animou. A iniciativa, que já acontecia em outros lugares, consistiu em disponibilizar um módulo com dois banheiros na entrada da instituição de ensino. Além de tomar banho, moradores de rua puderam cortar o cabelo, receber roupas limpas e tomar um café da manhã reforçado preparado pela estudante e outros voluntários.

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Pollyanna Carvalhaes Ribeiro

Para Pollyanna, as redes sociais são ferramentas que servem para ajudar quem precisa. A estudante de 18 anos ficou encantada quando sua professora a incentivou a participar do Cáritas RJ, projeto que atende refugiados que chegaram há pouco no Rio de Janeiro. Responsável pela divulgação da iniciativa, Pollyanna criou a página “Campanha Refugiados – Colégio Qi Recreio” no Facebook e o perfil @refugiados.qirecreio no Instagram para buscar mais apoio à causa. Além disso, ela montou um mural informativo sobre o tema em sua escola e ajudou a arrecadar alimentos e produtos de higiene para doação.

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Rodrigo Pereira de Araújo Vieira

Ao participar de um projeto escolar sobre a história de cientistas que não tiveram seu trabalho reconhecido, Rodrigo, 16 anos, percebeu que é importante valorizar as diferenças. Então, o estudante decidiu promover a inclusão de pessoas com deficiência em sua instituição de ensino. Para isso, ele pensou em experiências práticas que pudessem conscientizar os colegas. Assistir a uma aula com os olhos vendados e ir até a sala de aula usando cadeira de rodas foram algumas das atividades praticadas pelos alunos. O projeto fez tanto sucesso que será replicado na escola vizinha.

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Samantha Joshua Nascimento de Souza

Aos 10 anos, Samantha pediu que os pais a matriculassem em uma escola de inglês e ouviu um “não”. Eles não tinham como pagar. Determinada, a menina decidiu aprender o idioma sozinha, por meio da música. Como ela sabia tocar instrumentos, não demorou para que conseguisse assistir a vídeos sem legenda e a conversar em inglês. Ao notar que seu método havia dado certo, quis passá-lo adiante. Então, há dois anos, a família de Samantha transformou um prédio abandonado em um espaço cultural onde a estudante de 16 anos ensina inglês a crianças das comunidades da Pedreira, Acari e Fazenda Botafogo.

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Thalita Feitosa do Nascimento Matias

A ideia de fazer trabalho voluntário surgiu quando a professora de música de Thalita, 18 anos, pediu que ela a ajudasse em um projeto que ensina música para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Alguns deles estavam com dificuldade para aprender violino. Thalita achou que não daria certo, mas resolveu tentar. Com o tempo, percebeu que muitos alunos só precisavam de alguém que acreditasse no potencial deles. Hoje, ela dá aulas de violino para 25 crianças e adolescentes, além de ajudar na organização de eventos e atividades administrativas ligadas ao projeto musical.

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Victor André R. B. Pereira

Por se sentir diferente dos colegas de escola, Victor, 18 anos, passou a ter problemas de autoestima, pois se sentia excluído. Inconformado com aquela situação que o oprimia, ele decidiu lutar pelo respeito à diversidade dentro do ambiente escolar. Então, o jovem pediu apoio a colegas e a professores para mudar aquela realidade. Juntos, eles criaram o “Dia do Orgulho LGBTQ+” em sua escola. A iniciativa, que busca mostrar que todos são iguais e merecem respeito, atingiu cerca de 700 alunos no colégio em que Victor estuda e deu tão certo que ganhou um dia anual no calendário escolar. p>

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Vitória do Espirito Santo Teixeira

Vitória estava lendo o livro “Extraordinário”, na biblioteca de sua escola, quando encontrou um bilhete dentro dele. Era alguém pedindo ajuda, pois estava sofrendo bullying. Emocionada, a estudante de 16 anos decidiu mobilizar sua comunidade escolar para combater essa violência, e assim surgiu o "Um por todos e todos contra o bullying". O projeto visa conscientizar alunos, por meio de palestras, sobre o bullying. Além de estimular que os jovens relatem casos e aprendam a aceitar as diferenças, a iniciativa promove debates sobre outros temas importantes, como homofobia, gordofobia e racismo.


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